terça-feira, 13 de setembro de 2011

PALMEIRA DOS INDIOS E O TEATRO

1928 – Uma trupe “Os Clementes”, procedentes de São Paulo e Rio de Janeiro, passeando por Alagoas, ficando um mês, em temporada em Palmeira dos Índios, com grande sucesso. Durante quinze dias se apresentaram no Teatro de propriedade do Dr. Alípio. Os outros 15 dias, no Teatro de propriedade de dona Dondon Tobias. Da peça e montagem em Palmeira dos Índios, fizeram parte três atores amadores de nossa cidade, foram eles: Marçal Oliveira, Levino Moura e Manoel Gracindo.
1929 – É inaugurado o Teatro Dom Bosco, construído pelo Padre Francisco Xavier de Macedo. A estréia da inauguração foi com os espetáculos “No mundo da Lua”, uma revista musical. Autor da peça e direção de: Chico Clemente. Uma revista feminina participaram 25 jovens de nossa cidade, destaques para: Marizita, Otacília Rocha, Julieta e Otacília Vieira, Nilda de Catonho e Adélia Ferreira de Araújo.
O grande sucesso teatral do grupo foi a revista “Coisas da Cidade”, que ficou em cartaz durante um ano e dois meses.
1929 – Foi inaugurada a primeira Escola de datilografia de propriedade da professora Camila de Lelis Calheiros Pires em dezembro do mesmo ano acontece à formatura da primeira turma. Fizeram parte da comissão julgadora: Padre Francisco Xavier de Macedo, Dr. Miguel Lopes (juiz de Direito), Graciliano Ramos de Oliveira (prefeito de Palmeira dos Índios) e José Pinto de Barros.
1925 – ESTRÉIA o Pastoril de dona Marieta Ramos, esposa do senhor Pedro Ramos.
1953/18 de janeiro – José Mendes pereira, inaugura o maior parque de vaquejada do nordeste, hoje pertence ao empresário Joventino Ferreira, que o mantém até os dias atuais. Quando foi inaugurado, era considerado pela vaqueirama como Maracanã para o futebol.
1962/19 de agosto – É instalada a Diocese de Palmeira dos Índios, que foi criada pela Bula Pontifícia “Quan Supreman” de 10 de fevereiro de 1962 – pelo Papa João XXIII.
1969 – De 12 a 14 de dezembro, acontece em Palmeira dos Índios o 1º Congresso Estadual de Jornalismo. Na abertura do congresso, o jornalista Eronildes Lemos, improvisou a quadra que segue: Eu vejo neste ambiente
Que o tempo não foi tirano
A gente sente presente
O “velho” Graciliano.

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